Profissão de Fé do Blog.

Profissão de Fé do Blog "Creio em um só Deus, Pai onipotente, Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. E em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai, antes de todos os séculos. Deus de Deus, Luz de Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro. Gerado, mas não feito, consubstancial ao Pai, pelo qual foram feitas todas as coisas. Ele, por causa de nós, homens, e nossa salvação, desceu dos céus. E se incarnou por obra do Espírito Santo, da Virgem Maria. E se fez homem. Foi também crucificado por nós; sob Pôncio Pilatos, padeceu e foi sepultado. E ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. Subiu ao céu, está sentado à direita do Pai, de onde há de vir segunda vez, com glória, a julgar os vivos e os mortos; e seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, que é Senhor e Fonte da Vida e que procede do Pai e do Filho. Com o Pai e o Filho é juntamente adorado e glorificado, e é o que falou pelos Profetas. Também a Igreja, una, santa, católica e apostólica. Confesso um Batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos, e a vida do século futuro." Amém.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

A bandalheira continua....

Posted: 05 Feb 2014 01:00 PM PST
S. Mateus 19,3-9

. . .
 

Apesar do que o próprio Nosso Senhor disse - Ele que era o Amor e a Compaixão - vem aí

 ...

O RECASAMENTO DOS CATÓLICOS DIVORCIADOS

 ...

para que não se sintam excluídos, mesmo que seja ordem de Deus! 



.
A quem serve Francisco?
Segundo uma notícia que anda circulando na web, e Sandro Magister comentou, a tarefa da Igreja Seita Conciliar, agora, é casar os divorciados. Falo daqueles que se casaram na Igreja e se divorciaram pela lei civil e que, portanto, estão impedidos de se casar novamente na Igreja de Cristo. Como é sabido. Como se sabe há séculos. 

Pois bem, os arqueólogos-de-araque concilares "descobriram" que entre os primeiros cristãos isso era bem comum, tendo mudado depois, por "opinião" humana. Isso, sem apresentar uma prova sequer dessa verdade conveniente, que justifica e defende os crimes contra a Santa Eucaristia! Tal arqueologismo chega às raias da loucura e da falsificação histórica! 
"Nos primeiros séculos, perdoava-se os divorciados recasados e podiam receber a comunhão; mas mais tarde, no Ocidente, esta prática foi abandonada."

Como desconfiar disso, além do fato de que não se apresentam provas? Simples, basta ler a frase seguinte: 
"Hoje, o papa Francisco volta a propô-la, enquanto os cardeais discutem o tema."
E, quase no final:
"Estendendo o poder da Igreja de absolver todos os pecados, inclusive àqueles que fracassaram no primeiro matrimônio e contraíram uma segunda união, se abriria o caminho – defendem – para “uma maior valorização do sacramento da reconciliação” e 'para uma volta à fé de muitos que, hoje, se sentem excluídos da comunhão eclesial'...”.

É bem conveniente, não? Por décadas, após o Vaticano II, a Igreja teve esse problemas nas mãos, mas SOMENTE agora "descobriram" essa "caridade" que foi "abandonada" pela Igreja depois? 

Eles devem pensar que somos idiotas! 

O que se sabe, e sempre se soube, é que a "dispensa" pra casar de novo era concedida só a pagãos que se convertiam e não podiam mais coabitar com o cônjuge pagão. O que seria o caso, hoje, por exemplo, dos que eram casados e divorciados apenas no civil ou os que se casaram em alguma tenda de umbanda ou templo protestante e depois se convertem e se casam na Igreja de Cristo.  

Mas, AD ARGUMENTANDUM, e mesmo que tivesse acontecido, se a Igreja, em Sua sabedoria infalível, "mudou de ideia" ao longo dos Séculos, para a glória de Deus e o bem das almas, quem é Francisco para  corrigir a Igreja? 

E não posso não traçar um paralelo com o celibato dos padres, porque certamente cairá em seguida, e graças a esta mesma mentira histórica. 

Sabe-se que o celibato foi uma decisão da Igreja para que o Padre possa servir a Deus exclusivamente e sem distrações e preocupações. Foi para a glória de Deus e o bem das almas. Foi uma necessidade imperiosa e que só trouxe bons e valiosos frutos. 

Mas, sobre o tema do celibato dos padres, há provas, há documentos, há fatos. Sempre conhecidos, sempre divulgados. Nunca se fez "segredo" disso! 

Agora, sobre o casamento de católicos divorciados, como e por quê somente agora vieram à tona o assunto e os "fatos"? 

Os tempos do Concílio Vaticano II, que contribuiu largamente para a destruição da instituição do casamento, com sua ambiguidade e seu liberalismo, foram tempos de grandes estudos. Tudo foi pesquisado e vasculhado para aggiornare a Igreja e torná-la mais uma opção de religiosidade à livre escolha do Homem. E, mesmo assim, não há um documento sequer sobre o assunto. Não há sequer menção em algum discurso, em alguma comissão, nem na hora do cafezinho! 

Até agora. Visto que... eis que magicamente aparecem dados, fatos, histórias e... certamente também aparecerão documentos! 

Mas nós que professamos a verdadeira Fé Católica e vemos de denunciamos esses fatos somos vozes que clamam no deserto, às pedras, porque os "católicos" que aplaudem Francisco certamente acolherão mais esta - aqui começa uma sessão sarcasmo - "boa ideia' de inclusão daquelas pobres almas que tiveram o infortúnio de se separar e a alegria de encontrar um novo cônjuge e querem, apesar dos pesares, casar-se NOVAMENTE, e... na Igreja de Cristo, bem diante do Tabernáculo (ops! Corrigindo, são raras as igrejas hoje que ainda conservam o Tabernáculo dentro da nave da igreja, em cima e ao centro do altar!). 

E o novo casal fará um novo voto a Deus... e quantos mais? Haverá um limite para os novos casamentos? Ou o Homem tem o direito de perseguir a felicidade custe o que custar, podendo se casar quantas vezes for necessário?

Eu conheço um caso que é bem emblemático. Uma colega de trabalho, católica de todos os domingos, encontrou a alma gêmea e resolveu se casar. Ótimo. Infelizmente, as coisas não foram bem e não muito tempo depois anularam o casamento na Igreja, graças à facilidade que hoje em dia se dá a esse assunto na Sacra Rota. Que seja. Logo, ela encontrou outra alma gêmea e resolveu se casar novamente. Confesso que não sei bem os detalhes, não sei se ela encontrou a segunda alma gêmea quando ainda era casada com a primeira, ou se isso é outro "conto de fadas". Ok. Fato é que as coisas não foram bem com essa segunda alma também, e minha colega resolveu anular o segundo casamento também. Não sei, de fato, se conseguiu, mas sei que se divorciou no civil. Hoje, ela é protestante. Não soube mais dela. 

Isso deve dizer alguma coisa, não? 

O artigo se conclui assim:
"Talvez o papa Francisco estivesse pensando nisto quando, na entrevista no avião de volta do Rio de Janeiro, no dia 28 de julho de 2013, abriu e fechou “um parêntese” – palavras suas – sobre os ortodoxos que 'seguem a teologia da ´economia´, como a chamam, e dão uma segunda chance de matrimônio'.
Acrescentando imediatamente depois: 'Creio que este problema (da comunhão às pessoas recasadas) deve ser estudado no marco da pastoral matrimonial'."
Talvez, ele venha pensando nisso desde muito antes. E eu me pergunto: a quem serve Francisco?

.
"O que Deus uniu, o homem não separe!" 
(Marcos 10,1-12)

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

FSSPX repudia acordo pratico

EN MEMORIA DE UN PRINCIPIO EN VÍAS DE DESAPARICIÓN: “NO AL ACUERDO CANÓNICO ANTES DE UN ACUERDO DOCTRINAL”.- POR EL R.P. JEAN DE MORGON


Este es el texto escrito por el Padre Jean de Morgon, mencionado en su sermón del 26 de enero, donde demuestra que según la Revelación, la Tradición y las declaraciones de los Obispos de la FSSPX, el "no al acuerdo canónico antes de un acuerdo doctrinal" es un verdadero principio.


Si Monseñor Freppel señalaba con razón que el abandono de los principios conduce inevitablemente a la catástrofe, el cardenal Pie nos deja una esperanza al afirmar que un pequeño número de reclamantes es suficiente para salvar su integridad y mantener la oportunidad de un restablecimiento del orden. Desde el mes de julio de 2012, el capítulo de los superiores de la FSSPX parece haber repudiado un principio que había mantenido firmemente hasta entonces, a saber, que no es posible contemplar un acuerdo práctico con el Vaticano, antes que la cuestión doctrinal se resuelva.

El 13 de octubre siguiente, Monseñor de Galarreta tuvo a bien explicarnos que:

« Lo que se hizo fue volver a tomar toda la cuestión doctrinal y litúrgica para hacerlo una cuestión práctica”

El orden ya no se respeta y no podemos mas que temer la advertencia de San Pío X :

« Si la regla parece un obstáculo para la acción, se dice que disimular y transigir facilitan el éxito: entonces se olvidan las reglas seguras, se oscurecen los principios bajo el pretexto de un bien que no es mas que aparente. ¿Qué quedará de esta construcción sin fundamentos, construida sobre la arena?”

El objetivo de nuestro estudio es entonces demostrar, basándonos en la Revelación, en la Tradición y las declaraciones concordantes de los cuatro obispos consagrados por Monseñor Lefebvre junto con este, que el principio mencionado es absolutamente católico, y no puede sufrir ni el abandono, ni la excepción, siendo querido por Dios mismo, y no forjado por algún pensador tradicionalista alérgico a cualquier acuerdo.

  I – La Revelación

En el Antiguo como en el Nuevo Testamento, es la voluntad firmísima y explícita de Dios, que los hombres a los que se digna gratificar con su doctrina pura y verdadera se abstengan absolutamente  de asociarse con los que profesan una diferente, a riesgo de prevaricar.

Es la primera recomendación que Él quiere hacerle a Moisés, cuando concluye la alianza con él:

"Abstente de aliarte con los habitantes de los países adonde vas, por temor de que sean para ti una trampa. Pero derribarás sus altares y quebrantarás sus ídolos… “(Éxodo, 34,11)

Nuestro Señor, a su vez, frecuentemente advertirá a sus discípulos contra la levadura de la doctrina de los fariseos y de los Saduceos (Mt 16, 6; Mc 8, 15), contra los profetas falsos revestidos de piel de oveja (Mt 7, 15) que inducirán a mucha gente en error (Mt 24, 11) y hasta a los elegidos si fuera posible (Mt 24, 24).

       Los Apóstoles estarán tan marcados por estas advertencias del divino Maestro, que las transmiten con fuerza a sus propios discípulos:

- “Os exhorto, hermanos que observéis a los que son contrarios a la enseñanza que habéis aprendido: evitadlos, porque estos tales no sirven a Nuestro Señor Jesucristo”. (Rom. 16, 17).
- «Lo repito : si alguno os predica un evangelio diferente al que vosotros habéis recibido, que sea anatema.”(Gal. 1, 9).
- « Si alguien viene a vosotros que profese una doctrina diferente, no lo recibáis y no lo saludéis. Porque quien los saluda, participa en sus obras perversas” (2 Juan 10).

Podríamos agregar otros pasajes de la Escritura, pero éstos son bastante suficientes, estando dictados por el Espíritu Santo, para convencernos  que el deber de evitar a los fautores de la herejía es de derecho divino.

 II – La Tradición

Los primeros Padres de la Iglesia, no podían olvidar estos anatemas doctrinales, y no pueden mas que repetir en todos los tonos, la exhortación de san Pablo:

 « ¡Huid del hereje! » (Tito 3, 10)

« Huid de los herejes, ellos son los sucesores del diablo que logró seducir a la primera mujer” (San Ignacio de Antioquía)

« ¡Huid de todos los herejes! » (San Irineo)

« ¡Huid del veneno de los herejes! » (San Antonio del desierto)

« ¡No te sientes con los herejes! » (San Efrén)

Y San Vicente de Lérins nos dice:

« El Apóstol ordena esta intransigencia a todas las generaciones: siempre habrá que anatemizar a aquéllos que tienen una doctrina contraria a la recibida”. Es por eso, que en el siglo XIX, Dom Guéranger le escribirá a Monseñor de Astros:

« Uno de los medios de conservar la fe, una de las primeras marcas de unidad, es la huída de los herejes”.

Efectivamente, esta « primera marca de la unidad” concierne evidentemente a la unidad de fe, la primera nota característica de la Iglesia católica, que no puede tener mas que “Un solo Señor y una sola fe” (Efesios 4,5). Esta misma Iglesia, advierte solemnemente a los futuros sub-diáconos así:

« Permaneced firmes en la verdadera fe católica, pues según el Apóstol, todo lo que no proviene de la fe es pecado (Rom. 14,23), cisma, extranjero a la unidad de la Iglesia”.

También, para mejor comprender no solamente la antigüedad, sino sobre todo el carácter absoluto de nuestro principio, hay que conservar bien gravado en nuestro espíritu que durante más de dos mil años de cisma entre los bizantinos y Roma, jamás, sin excepción, se concluyó un solo acuerdo canónico con los Uniatas antes de que hubieran reconocido la doctrina católica sobre los dogmas controvertidos (Filioque, Primado del Papa, etc.)

Esto es lo que recordó el Cardenal Ottaviani, Prefecto del Santo Oficio, la víspera del Concilio:

« Una vez reconocida la verdad, esta verdad sobre la cual la Iglesia no puede transigir, todos los hijos que regresen a ella encontrarán esta Madre dispuesta a todas las larguezas que Ella puede acordar en materia de liturgia, de tradiciones, de disciplina y de humanidad” (Itinéraires n° 70, pág.6)

III.- Las declaraciones de nuestros obispos.

MONSEÑOR LEFEBVRE: « Suponiendo que Roma nos llamara, que quisiera recibirnos, volver a hablar, entonces soy yo quien pondría las condiciones. Ya no aceptaría encontrarme  en la situación en que nos ha dejado los coloquios. Eso ya terminó. Yo colocaría la cuestión en el plano doctrinal. "¿Están de acuerdo con las grandes encíclicas de todos los Papas que les han precedido? (…) Si no aceptan la doctrina de sus predecesores, entonces es inútil hablar. Mientras no acepten una reforma del Concilio teniendo en cuenta la doctrina de estos Papas que les han precedido, no hay diálogo posible. Es inútil. Las posturas serían más claras”. (Fideliter n°66, nov-dic de 1988)

MONSEÑOR WILLIAMSON: « El más grande desafío para la Fraternidad en los próximos años, será el de comprender la primacía de la doctrina, de tomar la mesura de todas las cosas y de orar en consecuencia. En nuestro mundo sentimental, la tentación constante es el seguir los sentimientos. No seguir los sentimientos, es lo que caracterizó a Monseñor Lefebvre, y si, a este respecto, nosotros no lo imitamos, la Fraternidad seguirá la vía de la carne, es decir, en los brazos de los destructores (objetivos) de la Iglesia. (…) ¡Doctrina, doctrina, doctrina! (Angelus press, 21 de junio de 2008)

MONSEÑOR FELLAY: “La clara percepción de la cuestión clave que acabamos de describir, nos prohíbe poner en el mismo plano las dos cuestiones. Es tan claro para nosotros que la cuestión de la fe y del espíritu de fe es tan primordial, que no podemos contemplar una solución práctica antes de que la primera cuestión no encuentre una segura solución” (…)

“Cada día nos aporta pruebas suplementarias de la necesidad de clarificar al máximo las cuestiones subyacentes (de doctrina) antes de ir más adelante en una solución canónica, que sin embargo no es desagradable para nosotros. Pero hay un orden de naturaleza, e invertir las cosas nos pondría inevitablemente en una situación insoportable; tenemos la prueba de esto todos los días. Lo que está en juego es ni más ni menos que nuestra existencia futura” (LAB n°73 del 23 de octubre de 2008)

MONSEÑOR DE GALARRETA: «Hay evidentemente una voluntad de conmovernos, de atemorizarnos ejerciendo presión en el sentido de un acuerdo puramente práctico, que ha sido siempre la proposición de Su Eminencia (el cardenal Hoyos). Evidentemente, ustedes ya conocen nuestra forma de pensar. Esta vía es una vía muerta; para nosotros, es la vía de la muerte. Por lo tanto para nosotros no es cuestión de seguirla. No podemos comprometernos a traicionar la confesión pública de la fe. Esto no está en cuestión. Es imposible” (Sermón del 27 de junio de 2008 en Ecône). 

« No ha llegado el momento de cambiar la decisión del Capítulo de 2006: No al acuerdo práctico sin solución de la cuestión doctrinal”. (Informe leído en el Capítulo de Albano, 7 de octubre de 2011, difundido por Tradinews).

MONSEÑOR TISSIER DE MALLERAIS: “Nos rehusamos a un acuerdo puramente práctico porque la cuestión doctrinal es primordial. La fe es antes que la legalidad. No podemos aceptar una legalización sin que el problema de la fe sea resuelto. (…) Se trata de una nueva religión que no es la religión católica. Con esta religión, nosotros no queremos ningún compromiso, ningún riesgo de corrupción,  incluso ninguna apariencia de conciliación, y es esta apariencia la que daría nuestra dizque “regularización”. (Entrevista a Rivarol del 1 de junio de 2012)

Conclusión    
      
-El principio: « No al acuerdo canónico antes de un acuerdo doctrinal”, es un principio: -fundado en la Palabra de Dios que nos prohíbe formalmente asociarnos con los que profesan una doctrina diferente que la transmitida por la Iglesia, “columna y fundamento de la verdad” (1 Tim. 3,15), en particular por más de mil años en sus discusiones con los cismáticos orientales.

-Absoluto, sin sufrir rodeos, reducción o excepción, porque concierne al “orden de la naturaleza” como justamente escribió Monseñor Fellay en otro tiempo, y no a un proceso convencional.

En consecuencia. Si es verdad que uno no se recupera del abandono de los principios, sobre todo los más graves porque tocan la fe, debemos hoy mas que nunca no solamente mantener este principio, sino que debemos velar para que no sea olvidado, alterado o rodeado, y proclamarlo contra viento y marea a todas las almas de buena voluntad.

¡Que los Santísimos Corazones de Jesús y de María vengan en nuestra ayuda en el verdadero combate de la fe, y nos guarden siempre en Su amor!

Devoção a Santíssima paixão pelas almas do purgatório.


VIERNES, 7 DE FEBRERO DE 2014

Devoción a la Santísima Pasión POR LAS ÁNIMAS DEL PURGATORIO

     MIRADME, ¡oh mi amado y buen Jesús!, postrado en vuestra santísima presencia; os ruego con el mayor fervor imprimáis en mi corazón los sentimientos de fe, esperanza y caridad, dolor de mis pecados y propósito de jamás ofenderos, mientras que yo, con todo el amor y con toda la compasión de que soy capaz, voy considerando vuestras cinco llagas, comenzando por aquello que dijo de Vos, ¡oh mi Dios!, el santo profeta David:"Han taladrado mis manos y mis pies, y se pueden contar todos mis huesos."

OTRA
     ¡OH santísima cruz! ¡Oh inocente y piadoso Cordero! ¡Oh pena grave y cruel! ¡Oh pobreza de Cristo mi Redentor! ¡Oh llagas muy lastimadas! ¡Oh Corazón traspasado! ¡Oh Sangre de Cristo derramada! ¡Oh muerte de Cristo amarga! ¡Oh dignidad de Dios, digna de ser reverenciada! Ampáranos, Señor, para alcanzar la vida eterna. Amén.

Oraciones de San Gregorio
PRIMERA 
     ¡Oh Señor mío Jesucristo, que por redimirme fuiste crucificado y de espinas coronado! Yo te adoro, y suplico que tu cruz me defienda del enemigo malo. 
     Padrenuestro y Avemaria.
SEGUNDA 
     ¡Oh Señor mío Jesucristo, que por redimirme pasaste tantos tormentos y bebiste hiel y vinagre! Yo te adoro, y suplico que esos tormentos sean remedio de mi alma. 
     Padrenuestro y Avemaria.
TERCERA
     ¡Oh Señor mío Jesucristo! Por aquella amargura que por mis pecados sufristeis en la cruz, principalmente en la hora en que tu noble Alma se separó de tu sagrado Cuerpo, te suplico tengas misericordia de mi alma cuando de este mundo parta.
     Padrenuestro y Avemaria.
CUARTA
     ¡Oh Señor mío Jesucristo, que por redimirme fue tu sagrado Cuerpo ungido con mirra, embalsamado y puesto en el sepulcro! Yo te adoro, y suplico que tu muerte sea mi vida.
     Padrenuestro y Avemaria.
QUINTA
     ¡Oh Señor mío Jesucristo, que descendiste al Purgatorio y al Limbo, y sacaste a los que allí estaban cautivos! Yo te adoro, y suplico no consientas que mi alma sea cautiva en el infierno.
     Padrenuestro y Avemaria.
SEXTA
     ¡Oh Señor mío Jesucristo, que con tu poder resucitaste y subiste a los cielos, donde estás sentado a la diestra del Padre! Ruégote tengas misericordia de mí.
     Padrenuestro y Avemaria.
SÉPTIMA
     ¡Oh Señor mío Jesucristo, buen Pastor! Defiende a los justos, alumbra a los pecadores, ten misericordia de los fieles difuntos, y sé manso para mí, que soy gran pecador.
     Padrenuestro y Avemaria.
OCTAVA
     ¡Oh Señor mío Jesucristo, que vendrás a juzgarnos para llevar a los justos a la gloria, coronarlos en ella, y apartar los malos al infierno! Yo te adoro, y suplico que tu Pasión me libre de toda pena, y me lleve a la vida eterna.
     Padrenuestro y Avemaria.
NOVENA
     ¡Oh amantísimo Padre! Yo te ofrezco la inocente muerte de tu Hijo y el amor de su divino Corazón por las penas que yo, el mayor de los pecadores, merezco por mis culpas; te ofrezco asimismo su Pasión y cordial amor por todos mis parientes y amigos, enemigos y encomendados; ten piedad de ellos.
     Padrenuestro y Avemaria.

OFRECIMIENTO
     ESTAS oraciones las ofrezco a los méritos de la Pasión y muerte de Nuestro Señor Jesucristo, a quien suplico las reciba en descuento de mis culpas; y de lo que gane, es mi voluntad que Dios nuestro Señor elija lo que le pareciere ser bastante para sacar del Purgatorio el alma que fuere más de mi obligación y gloria suya y de la Santísima Virgen María, a quien suplico sea mi abogada con su Divina Majestad. Amén.

ORACION 
     ¡O SEÑOR mío Jesucristo, Padre dulcísimo! Por el gozo que tuvo tu querida Madre cuando te le apareciste la noche de tu Resurrección, y por el gozo que tuvo cuando te vió lleno de gloria y majestad, te pido me alumbres con los dones del Espíritu Santo, para que pueda cumplir tu voluntad todos los días de mi vida, pues vives y reinas con Dios Padre, en unidad del Espíritu Santo, por los siglos de los siglos. Amén.

OTRA
     VUELVE, ¡oh dulce Jesús!, desde tu excelso trono tus ojos de clemencia hacia el seno profundo de la cárcel del Purgatorio!, esposas tuyas son las que allí están purificándose; están marcadas con el sello de la Trinidad; son precio de tu Sangre, son tierno objeto de tu amor. Un fuego terrible las acrisola; uno privación temporal de la vista de, tu hermosura las aflige sobremanera; suspiran con ansia por el feliz momento en que han de ir a unirse contigo; que se apresure, pues, este instante tan dichoso; que salgan pronto a gozar de su Esposo amado; que tu Sangre preciosa las lleve al refrigerio; que tu grande misericordia las conduzca al descanso; que en la perpetua paz brille sobre ellas la eterna luz. Así, Señor, te lo pedimos por aquella amarga hora en que entregaste tu santo espíritu en manos de tu Eterno Padre. Amén.

     SEÑOR Dios, que nos dejaste las señales de tu Pasión santísima en la sábana santa, en la cual fue envuelto tu cuerpo santísimo cuando por José fuiste bajado de la cruz: concédenos, ¡oh piadosísimo Señor!, que por tu muerte y sepultura santa, y por los dolores y angustias de tu Santísima Madre María, Señora nuestra, sean llevadas las almas del Purgatorio a la gloria de tu Resurrección, donde vives y reinas con Dios Padre, en unidad del Espíritu Santo, por todos los siglos de los siglos. Amén.
Rev. J. M. Lelen, Ph.D.
EL DEVOTO DEL PURGATORIO

Igreja católica comemorará a reforma de Lutero.

Posted: 06 Feb 2014 01:00 PM PST
Como venho vaticinando a meus botões desde que Bento XVI plantou aquela árvore em homenagem ao herético Martinho Lutero, ainda veremos esse crápula alçado às honras dos altares, como o "Santo da Reforma da Igreja de Cristo"! Ele que, segundo a História, morreu em fedor de pecado. 

Essa conversa sobre as "comemorações" dos 500 anos da Reforma vêm desde então, jogadas na mídia, aqui e ali, para que o povo vá se acostumando. Ouviremos falar sempre mais nisso, e com argumento falaciosos sempre "melhores". 

A Reforma, que foi combatida por Papa e por Santos durante 500 anos, foi tratada com muita displicência nos últimos séculos, com tolerância maligna. Renasceu no Concílio Vaticano II, e hoje já a vemos se tornar emancipada na Igreja de Francisco. 

O católico médio não conhece sua Fé, não estuda a sua Doutrina, nem seu Catecismo. Sabe tudo sobre as celebridades e nada sobre os Santos. Acompanha cada capítulo dessas novelas licenciosas e não sabe sequer quem é o santo do dia. Conhece e defende os dogmas da modernidade - Evolucionismo, "é o mesmo Deus para todas as religiões", Direitos Humanos etc. - mas, além de não saber quantos e quais são os Dogmas de Fé Católica, não acredita mais que sejam Verdades Reveladas por Deus e, portanto, podem ser discutidos, opinados e, mais, de livre escolha de aceitação ou não, baseados em uma errônea compreensão do que seja o livre arbítrio. 


O católico médio, aquele que não perde a Missa de domingo, onde extravasa a tensão da semana com as batições de palmas bem ao gosto dos protestantes, foi se acostumando a ser protestante, antes de ser doutrinado a ser protestante. O quadro, hoje, é assombroso. Você lhe expõe os fatos e ele consegue até acompanhar, mas quando você chega ao assunto "Papa Francisco" a coisa empaca. Paradoxalmente. Absurdamente. Sim, porque quando o Papa dizia que não pode usar camisinha, pílula e fazer aborto, o católico médio se dava ao direito de discordar dele, porque acha realmente que isso é um assunto que diz respeito ao indivíduo, e que a Igreja não deve opinar. Mas quando o Papa diz que Deus não é católico, que os muçulmanos devem estudar o Corão para fortalecer a Fé, que ele não pode julgar um gay, que não se deve converter os não católicos porque Deus salvará a todos..., o tal católico médio concorda, porque pensa que isso não "invade sua privacidade", e de certa forma isso não o atinge pessoalmente. Mala tempora currunt!

Enfim, vale a pena ler estas considerações, para que não nos tornemos insensíveis a elas, como o católico médio, o morno dos Evangelhos. 
. 
.

Vaticano se prepara para comemorar os 500 anos da pseudo-reforma protestante!


Bento em um templo protestante
Não, não é piada de mal gosto. Antes fosse! Infelizmente é verdade: o site oficial de notícias do Vaticano anunciou ontem, dia 4 de Fevereiro de 2014, que estão sendo preparadas as “comemorações” pelos 500 anos da pseudo-reforma protestante.

Vamos comentar alguns pontos da notícia.

Logo no primeiro parágrafo se faz menção ao Vaticano II. E poderia ser diferente? Nenhum verdadeiro concílio da Igreja Católica pode ser utilizado para defender o irenismo. Mas o latrocínio Vaticano II pode. Enquanto ele for considerado como se fosse um verdadeiro concílio, a armadilha estará armada para iludir os fiéis católicos menos prevenidos. Em vez de dizer, como um Judas dos tempos modernos, que 95 % do Vaticano II é aceitável, devemos denunciar com toda clareza que ele foi um falso concílio que permitiu, e permite, aos inimigos da Igreja inocularem seu veneno nos fiéis católicos desprevenidos. Precisamos de santos que digam “Eu acuso o concílio!”, e não de traidores que busquem desculpar o concílio.

A notícia toda é uma calamidade, mas o pior parágrafo parece ser o seguinte:

“Lançando uma nova luz sobre questões centrais da fé, o documento ecumênico possibilita a superação das controvérsias dos séculos passados e lança bases para uma reflexão ecumênica que se distinga do pensamento dos séculos precedentes, convidando assim os cristãos a considerar esta relação com espírito aberto, mas também crítico, para se avançar ainda mais no caminho da plena e visível unidade da Igreja.”

O documento ecumênico, produzido em 2013 pela Comissão Internacional de Diálogo Luterano-católica pela Unidade, teria lançado “uma nova luz” sobre questões centrais da Fé. E eu que pensava que era o Magistério da Igreja Católica que resolvia as questões de Fé! E mais: o documento ecumênico teria possibilitado a superação de controvérsias dos séculos passados. Mas, o Sagrado Concílio de Trento não havia dado a palavra final sobre a “controvérsia”? Dizendo mais claramente, o Concílio de Trento condenou as doutrinas heréticas dos heresiarcas protestantes. E o fez com a autoridade da Santa Igreja Católica Apostólica Romana, autoridade esta proveniente de Cristo. Não é uma comissão ecumênica que tem que “lançar luz” sobre questões centrais da Fé. O que tem que haver é a adesão àquilo que a Santa Igreja, com toda sua autoridade, determinou. A “igreja” conciliar ao pretender modificar, em conluio com outras seitas, o que a Santa Igreja Católica definiu solenemente, consegue apenas blasfemar contra a infalibilidade.
Há de se escolher: a Igreja Católica, o concílio de Trento e a verdade imutável, ou a “igreja” conciliar, o conciliábulo Vaticano II e seus infindáveis aggiornamenti. Não é possível, conscientemente, pertencer à Igreja que definiu algo infalivelmente e também pertencer à “igreja” que quer modificar aquilo que foi infalivelmente definido.

E o parágrafo termina com mais um absurdo, convidando a avançar mais no caminho da plena unidade da Igreja. A Igreja sempre foi Una, como rezamos no Credo. Os hereges que se separam dela se tornam como ramos secos que se separam da árvore. São os hereges que devem voltar para a Igreja, e não a Igreja que deve se juntar com as seitas. Mais uma vez foi o latrocínio Vaticano II o culpado por lançar as sementes más que hoje se colhem. Pois houve nele um documento inteiro dedicado a “refazer a unidade” por meio do ecumenismo, o famigerado decreto Unitatis Redintegratio.

Fizemos alguns comentários sobre o texto da notícia para demonstrar o quanto ele é contrário à Fé católica. Mas poderíamos ter tratado uma única palavra, que já seria suficiente para mostrar em que mãos está o Vaticano atualmente. Basta ver o termo que eles utilizaram para descrever os eventos previstos para 2017: comemorações (e também usaram o termo “celebrações”). Tendo em vista que somente se comemora algo que se considere bom, então a conclusão clara e inegável é que o Vaticano de hoje quer comemorar a revolta que queria destruir a Igreja Católica 500 anos atrás. Alguém imaginaria a Rússia comemorando a invasão alemã durante a Segunda Guerra Mundial, ou a China comemorando a invasão japonesa na década de 1930? Claro que não. É surreal que qualquer Estado, instituição, organização, etc, comemore uma revolta que o queria destruir. Por que, então, o Vaticano quer comemorar a revolta de Lutero?

A explicação é simples, mas o problema é que as pessoas não querer aceitar a realidade: o Vaticano está tomado pelos inimigos da Igreja Católica.

Refletindo sobre o que lemos, mais uma vez constatamos que as atitudes da “igreja” conciliar são uma constante injúria contra Deus. As reuniões de Assis, os sacrilégios, as profanações da missas, a destruição do sacerdócio, das ordens religiosas, do sentido sacrificial da Santa Missa, os templos esotéricos que substituem as igrejas tradicionais, as “excomunhões” de 1988, as perseguições contra tudo o que é realmente católico, a amizade com todos os piores inimigos da Igreja…

Depois de meio século de demolição, que dúvida ainda pode restar de que Roma está ocupada por inimigos da verdadeira Igreja Católica? Respondam-me com sinceridade: os chefes da “igreja” conciliar trabalham como alguém que possui um mínimo de Fé Católica? Ou será que eles trabalham mais como agentes da Maçonaria? “Roma perderá a Fé e se tornará a sede do Anticristo”, são as palavras que Nossa Senhora proferiu em La Salette, uma aparição reconhecida pela Igreja. Como pode alguém ser tão obstinado em negar a verdade que está diante dos olhos? E quando é que vão reagir contra a impostura dos defensores do Vaticano II, este conciliábulo maldito que foi o cavalo de Tróia usado contra a Igreja Católica? Alguém realmente acha que não prestará sérias contas no dia do julgamento por ter obedecido cegamente a quem está trabalhando para destruir a Igreja de Cristo?

Leia ainda: 
Sobre a vida privada de Lutero, que se casou com uma monja fugida e teve seis filhos. Ele foi precursor do Feminismo ao dar à mulher um status escandaloso à época. Leia com o devido cuidado e discernimento: http://www.corndancer.com/fritze/reformation/refmaton_arch/refmaton_katie.html.

Baixe: 


+

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Para os idiotas que mandam recadinhos covardes.


Tem um senhor que se diz "bispo"que de vez em quando manda recadinhos para nós,como se fosse importante a opinião deste idiota.Uma hora ele manda com um nome e outras ele manda seu verdadeiro nome.Preocupado com uma matéria que sequer é nossa,mas que resolvi publicar.Ele defende tanto a igreja Montiniana atual e sequer é reconhecido por ela como "bispo"Nós também não o reconhecemos.Para nós ele não passa de um babaca querendo aparecer.Eu bloquei o mesmo no face,para evitar que gente tão mal resolvida na vida e falo em todos os sentidos fiquem bisbilhotando o que escrevemos ou compartilhamos.O meu face eu publico o que eu achar melhor e compartilho o que eu bem entender.Nasci em um lar presbiteriano e fui educado na rigorosa disciplina calvinista.Sou neto de Avó judia e bisavó judeu.Portanto judaísmo é judaísmo e nem os judeus gosta desta mistura,como fazem os que se intitula "judeus messiânicos' que de judeus não tem nada.Eu tenho a Torá,o Zohar ,o Talmud da Babilônia,coleção completa,o Sefer Yetsirá e muitos livros judaicos.Nunca me desviei da minha fé católica de sempre por ter livros judeus.Até hoje guardo as Institutas de João Calvino e não tenho nada de calvinista na minha fé.Um conselho senhor,vá ler outros blogs.Esqueça o nosso.Eu fui sagrado por tres bispos gregos ,depois de ser ordenado diácono e presbítero sob condição.Se eu não for bispo,que dirá você sagrado nestas igrejas nacionais,onde a maioria sequer intenção tem.Vá se catar.Nossa igreja tem comunidades,temos hoje 14 sacerdotes e várias fotos publicadas no meu face de celebrações.Não vivemos as custas de batizados,crismas e casamentos de católicos romanos montinianos.Eu vivo do meu trabalho e todos os nossos sacerdotes e diáconos trabalham.Se eu prosperei não foi as custas de vender sacramentos como acontece em muitas igrejas.Não perca seu tempo mandando recadinhos idiotas porque não vamos publicar e já perdi tempo demais com vocêArcebispo Gregórios,um servo da igreja católica de sempre.Passar bem.

Simplesmente católicos.

Simplemente católicos

SIMPLEMENTE CATÓLICOS




¿Cómo nos podemos llamar? ¿Es aún conveniente decirnos “católicos” cuando la Iglesia Montiniana, la Sinagoga de Satanás usa el mismo nombre? ¿Expresa con prop Estas preguntas resuenan muchísimo en los ambientes “tradicionalistas”. Allí, muchos católicos sostienen que es el tradicionalismo (el apego a la tradición) lo que realmente nos define. Discrepo. También, recientemente, en un foro muy inteligente alguien definió mi insistencia en que somos simplemente católicos como “pantradicionalismo” y advertía del peligro de que todos se llaman de la misma manera, incluso los que adhieren a la Iglesia Conciliar. Aquí presento una breve reflexión al respecto.

¿Qué sería el pantradicionalismo? Somos católicos, eso dice el credo. Creemos en la Iglesia, que es Una, Santa y Católica. No somos tradicionalistas, estamos apegados a la tradición porque ella es el depósito de la fe (traditio), pero no somos “tradicionalistas”. El tradicionalismo es en sí, el apego a lo exoterico por lo exotérico en sí, es el “ritualismo” y de hecho, es el nombre que la High Church Anglicana usó para definirse desde el comienzo. En todo caso, sería más conveniente el nombre “tradicionales” . Nosotros somos católicos, fieles a la Iglesia de siempre. En la "tradición" (como dicen los que adhieren a la FSSPX) hay varias tendencias teológicas. Creo que los que adherimos a la tesis sedevacantista tenemos que pensar de manera similar: hay varias tendencias teológicas, algunos apoyan la famosa tesis del Papa Material, otros sostienen que la misma no explica todo y que puede ser errónea (jamás dicen que sea herética). En la Iglesia siempre existieron debates teológicos, como el famoso entre jesuitas y dominicos sobre la ciencia media. No por ello se consideraron miembros de Iglesias diferentes.

¿Cuál es la Iglesia hoy en día? La Iglesia es la misma de ayer, de hoy y de siempre: es la Iglesia Católica, la única fundada por Cristo, la que mantiene la Verdad de la fe. Las demás, son falsas religiones. ¿Cómo saber quién es católico? Simple, recurramos a la Sagrada Escritura:

«sé tus obras, y tu fatiga y tu paciencia; y que no puedes soportar malos; y has probado a los que se dicen apóstoles, y no son, y les has hallado mendaces; y paciencia tienes, y has sufrido por mi nombre, y no has desfallecido.»

Eso hagamos, pongamos a prueba a quienes se digan católicos y no olvidemos lo que dice Nuestro Señor:


El que agravia, agravie todavía; y el contaminado contamínese todavía; y el justo, justicia haga todavía, y el santo, santifíquese todavía. He aquí vengo pronto, y el galardón mío, conmigo, a retribuir a cada uno, como la obra es de él. Yo el alfa y la omega, el primero y el último, el principio y el fin. Bienaventurados los que lavan sus estolas, para que sea su potestad sobre el leño de la vida; y, para que por las puertas entren en la ciudad. 15 Fuera los canes, y los hechiceros, y los rameros, y los homicidas, y los idólatras, y todo el que ama y hace mentira.
Yo, Jesús, he enviado mi ángel a testificaros esto para las iglesias. Yo soy la raíz y el linaje de David, la estrella, la esplendorosa, la matutina.
Y el Espíritu y la esposa dicen: «Ven»; y quien oye, diga: «Ven». Y quien tiene sed, venga; quien quiere, coja agua de vida gratuitamente. (Apoc XXII, 11-17)

Nosotros somos católicos, tal como reza el credo. Creemos en la Iglesia que es Una, Santa y Católica, fuera de la cual no hay salvación ni perdón de los pecados. Somos fieles a Cristo y a su Iglesia.